segunda-feira, 17 de setembro de 2012


Nossa Senhora


Maria, mesmo estando na gloria do Pai, age na terra, pois o seu coração de mãe é tão grande quanto o mundo e intercede sem cessar pelos povos junto a seu Filho Jesus.
A Igreja hoje no seu renovar espiritual do povo de Deus , deve ter em Maria – o Evangelho encarnado, seja pelo modelo ideal  da ternura do seu coração de Mãe, seja pelo acompanhamento e proteção que Ela se permite,  para que Igreja tenha um novo caminho de peregrinação rumo ao Pai.
Por tudo isso é que os cristãos devem após refletir a sua Igreja, na sua origem, na sua missão e no seu destino, voltar o olhar para Maria a fim de contemplar nela o que é a Igreja e o seu mistério, na “sua peregrinação da fé”, e o que ela será na pátria celeste ao termo final de sua caminhada, onde a espera, “na glória da Santíssima e indizível Trindade”, “na comunhão de todos os santos”, aquela que a Igreja deve venerar como a Mãe do seu Senhor e como que a sua própria Mãe (conforme CDIC 972): 
“Assim como no céu, onde já está glorificada em corpo e alma, a Mãe de Deus representa e inaugura a Igreja na sua consumação no século futuro, da mesma forma nesta terra, enquanto aguardamos a vinda do Dia do Senhor, Ela brilha como sinal da esperança segura e consolação diante do Povo de Deus em peregrinação.” (Lumem gentium  68)”.

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